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Serviços | Vertical Group https://verticalgroup.com.br/category/servicos/ Inspeções, reparos e manutenção para operações navais e industriais. Wed, 22 Apr 2026 18:23:49 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://verticalgroup.com.br/wp-content/uploads/2021/04/vertical-group-170825-150x150.png Serviços | Vertical Group https://verticalgroup.com.br/category/servicos/ 32 32 Do projeto à validação final: Fabricação sob critério técnico https://verticalgroup.com.br/do-projeto-a-validacao-final-fabricacao-sob-criterio-tecnico/ https://verticalgroup.com.br/do-projeto-a-validacao-final-fabricacao-sob-criterio-tecnico/#respond Mon, 30 Mar 2026 14:00:16 +0000 https://verticalgroup.com.br/?p=6857 Fabricação sob critério técnico: entenda como engenharia, validações e testes garantem integridade estrutural e rastreabilidade do ativo.

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Fabricação sob critério técnico não começa na soldagem. Começa na engenharia. E só termina quando cada decisão foi validada, registrada e conectada ao desempenho futuro do ativo.
 
Em ambientes industriais, ainda é comum tratar a fabricação como uma etapa operacional entre projeto e entrega. No papel, o desenho está aprovado. No campo, a execução acontece. Mas o que sustenta a integridade estrutural ao longo dos anos não é apenas a execução em si, é o encadeamento técnico que conecta projeto, método, validação e responsabilidade técnica. Este artigo percorre esse caminho completo, mostrando como a fabricação estruturada protege o ativo antes mesmo de ele entrar em operação.

Engenharia aplicada: onde a fabricação realmente começa

 
A fabricação sob critério técnico nasce no momento em que o projeto deixa de ser apenas conceitual e passa a ser interpretado sob ótica de viabilidade estrutural, soldabilidade, controle dimensional e inspeção futura. É nessa transição que o nível de maturidade técnica aparece.
 
Quando a engenharia define materiais, espessuras, tipos de junta, tolerâncias e critérios de aceitação, ela não está apenas especificando o que deve ser feito. Está determinando como aquele ativo irá se comportar sob carga, vibração, temperatura, corrosão e tempo.
 
Ignorar essa etapa crítica significa permitir que decisões sejam tomadas de forma informal no chão de fábrica. E decisões informais geram variabilidade. Variabilidade gera risco. Risco, em estruturas industriais, raramente se manifesta de imediato, ele se acumula.
 
Por isso, uma fabricação estruturada exige análise crítica do projeto antes do início da execução. Não como formalidade, mas como filtro técnico. É nesse momento que se alinham procedimentos qualificados, parâmetros de soldagem, sequência de montagem e critérios de inspeção. A execução passa a ser consequência lógica da engenharia, não sua interpretação improvisada.
 

O fluxo técnico como elemento de controle

 
Entre o desenho aprovado e o produto final existe um percurso. Esse percurso pode ser linear e superficial ou pode ser estruturado e validado em cada etapa.
 
Na fabricação sob critério técnico, o fluxo não é uma sequência automática de tarefas. Ele é um sistema de controle progressivo. Cada etapa conversa com a anterior e prepara a seguinte. O recebimento de materiais não é apenas conferência de nota fiscal, mas verificação de certificação e rastreabilidade. A preparação de juntas não é apenas corte e ajuste, mas garantia de que o processo de soldagem ocorrerá dentro dos parâmetros qualificados.
 
Quando o procedimento de soldagem é qualificado previamente, ele deixa de ser tentativa e passa a ser método. Quando o soldador é certificado para aquele processo específico, reduz-se a incerteza humana. Quando o plano de inspeção é definido antes da execução, evita-se a descoberta tardia de desvios.
 
Essa estrutura cria previsibilidade. E previsibilidade é um ativo estratégico.
 
Pergunte-se: é possível reconstruir, meses depois, todas as decisões técnicas tomadas durante a fabricação de um determinado componente? Se a resposta for incerta, há um ponto de vulnerabilidade.
 

Validações intermediárias: Prevenção em vez de correção

 
Um dos equívocos mais comuns em ambientes industriais é concentrar validações apenas na etapa final. Esse modelo parte de uma lógica simples, mas arriscada: fabricar primeiro, verificar depois.
 
A fabricação sob critério técnico adota o caminho inverso. Ela distribui validações ao longo do processo. Isso significa que antes de avançar para a próxima etapa, confirma-se que a anterior foi executada dentro dos critérios estabelecidos.
 
Esse princípio altera completamente o comportamento operacional. Pequenos desvios deixam de ser invisíveis. São identificados enquanto ainda são controláveis. A preparação de junta fora de tolerância não segue adiante para soldagem. O desalinhamento inicial não evolui para uma distorção estrutural maior. O parâmetro inadequado não se perpetua ao longo de várias peças.
 
A maturidade técnica não está apenas na capacidade de corrigir erros. Está na capacidade de impedir que eles se consolidem.
 
Essa lógica preventiva reduz retrabalho, protege cronogramas e, principalmente, preserva a integridade estrutural do ativo.
 

Controle dimensional e integridade estrutural

 
Em muitos projetos industriais, milímetros fazem diferença. Um desalinhamento aparentemente pequeno pode gerar tensões residuais, comprometer montagem em campo ou dificultar inspeções futuras.
 
O controle dimensional estruturado não é uma etapa burocrática. Ele é parte integrante da engenharia aplicada. Ele garante que a geometria idealizada no projeto seja reproduzida na prática. E mais importante: que seja reproduzida de forma consistente.
 
Sem controle dimensional progressivo, desvios se acumulam. E quando aparecem na fase final, exigem intervenções complexas.
 
A fabricação sob critério técnico incorpora medições ao longo do processo. A geometria é acompanhada, não apenas verificada ao final. Esse acompanhamento constante reduz surpresas e aumenta confiabilidade.
 
Não se trata de perfeccionismo. Trata-se de gestão de risco estrutural.
 

Ensaios e validação final: fechamento do ciclo técnico

 
A validação final não é um ato simbólico. É a consolidação de todo o processo anterior.
 
Ensaios não destrutivos, inspeções documentadas, verificações finais e registros técnicos confirmam que aquilo que foi projetado, planejado e executado atende aos critérios estabelecidos.
 
Mas existe um ponto mais profundo. Quando o processo foi estruturado corretamente desde o início, a validação final tende a confirmar o que já vinha sendo controlado. Ela não é surpresa. É confirmação.
 
Essa diferença é fundamental. Em um modelo reativo, a validação final pode revelar falhas estruturais que exigem retrabalho ou até descarte. Em um modelo estruturado, ela consolida a previsibilidade construída ao longo do fluxo.
 
E é justamente essa previsibilidade que sustenta a integridade do ativo ao longo do tempo.
 

Conexão com a vida útil do ativo

 
A fabricação não termina na entrega. Ela influencia diretamente o desempenho futuro.
 
Um ativo fabricado sob critério técnico tende a apresentar maior estabilidade estrutural, menor incidência de falhas prematuras e maior facilidade de inspeção ao longo do ciclo de vida.
 
Isso impacta manutenção, segurança operacional e custo total de propriedade.
 
Quando projeto, execução e validação estão alinhados, o ativo não carrega incertezas ocultas. Ele carrega histórico técnico.
 
E histórico técnico é o que permite decisões mais seguras no futuro.
 

Preparando o próximo nível técnico

 
Ao consolidar um modelo de fabricação sob critério técnico, cria-se base para evoluções mais sofisticadas de inspeção e controle.
 
Métodos avançados de ensaio, como o TOFD, exigem rastreabilidade, controle dimensional consistente e documentação organizada. Eles não substituem o método. Eles ampliam sua capacidade de validação.
 
Por isso, antes de discutir tecnologias de inspeção avançada, é necessário consolidar o processo que as sustenta.
 
A evolução técnica começa na estrutura.

Conclusão

Do projeto à validação final, a fabricação sob critério técnico é um sistema integrado de decisões estruturadas.
 
Ela parte da engenharia, percorre a execução com controle progressivo, incorpora validações intermediárias e encerra o ciclo com confirmação técnica documentada. Mais do que produzir componentes, ela constrói integridade estrutural.
 
Em um cenário industrial onde riscos são acumulativos e auditorias são cada vez mais rigorosas, fabricar sem método é transferir incerteza para o futuro.
 
Se este artigo ampliou sua visão sobre o que sustenta a confiabilidade estrutural, compartilhe com sua equipe técnica ou decisores envolvidos no processo. Na próxima edição, aprofundaremos como o TOFD se integra a essa estrutura e fortalece ainda mais a validação de integridade.
 
Porque execução isolada entrega produto.
Método estruturado sustenta ativo.

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Quando o risco não é visível, a manutenção mecânica precisa ser estratégica https://verticalgroup.com.br/quando-o-risco-nao-e-visivel-a-manutencao-mecanica-precisa-ser-estrategica/ https://verticalgroup.com.br/quando-o-risco-nao-e-visivel-a-manutencao-mecanica-precisa-ser-estrategica/#respond Fri, 31 Oct 2025 11:24:23 +0000 https://verticalgroup.com.br/?p=6558 Manutenção mecânica estratégica reduz riscos ocultos e aumenta a confiabilidade da operação. Descubra como aplicar inteligência operacional.

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Você já parou para pensar que os maiores riscos da sua operação muitas vezes não são os mais visíveis?
 
Uma tubulação corroída por dentro, uma vibração imperceptível em um eixo ou um desalinhamento mínimo em um redutor podem parecer detalhes sem impacto imediato, até o imprevisto se transformar em downtime, custos elevados e perda de produtividade.
 
No setor industrial e de óleo e gás, onde cada minuto de operação conta, a manutenção mecânica não pode ser vista somente como reparo emergencial. Ela precisa ser encarada como uma estratégia de inteligência operacional, capaz de prever falhas, mitigar riscos invisíveis e assegurar confiabilidade de longo prazo.
 
Neste artigo, vamos explorar por que os riscos ocultos comprometem mais do que o que se vê a olho nu, como a manutenção mecânica estratégica se diferencia da abordagem reativa e quais práticas elevam o desempenho dos ativos industriais.

O desafio dos riscos invisíveis na operação mecânica

 
Quando uma bomba falha ou um rolamento quebra, o efeito é imediato: parada, correção, atraso. Mas o que realmente desgasta a confiabilidade de um ativo não são somente as falhas explícitas, e sim os riscos silenciosos.
 
Esses riscos incluem:
  • Microfissuras em componentes críticos que evoluem até se tornarem rupturas;
  • Desbalanceamentos e desalinhamentos que aumentam a vibração e reduzem a vida útil do equipamento;
  • Lubrificação inadequada que gera atrito progressivo e falhas em série;
  • Pequenas variações térmicas que comprometem a estabilidade de peças sensíveis;
  • Correções improvisadas que resolvem no curto prazo, mas ampliam o problema no médio prazo.
 
Esses fatores, muitas vezes invisíveis no dia a dia, minam silenciosamente a performance da planta. E neste momento surge uma pergunta estratégica: como tratar riscos que não se vê?
 
A resposta está na manutenção mecânica estratégica, baseada em diagnóstico, prevenção e inteligência operacional.
 

Por que a manutenção corretiva não é suficiente

É comum que gestores mantenham o foco somente na correção quando algo quebra. Essa lógica, embora prática no curto prazo, gera um ciclo vicioso: falha → correção → nova falha → correção.
 
O problema é que cada intervenção emergencial traz consigo riscos adicionais:
  • Exposição da equipe a situações críticas;
  • Custos mais altos com peças e logística emergencial;
  • Paradas não programadas que comprometem cronogramas de produção;
  • Desgaste progressivo da confiabilidade da planta.
 
Estudos de confiabilidade industrial mostram que até 70% das falhas poderiam ser prevenidas com práticas adequadas de inspeção e manutenção programada. Isso evidencia que a manutenção corretiva isolada não é só insuficiente, mas também dispendiosa e arriscada.
 

O que diferencia uma manutenção mecânica estratégica

A manutenção estratégica vai além do reparo. Ela integra análise, prevenção e planejamento para transformar a gestão de ativos em vantagem competitiva.
 
Na prática, isso significa:
  • Diagnóstico aprofundado: identificação de anomalias antes que elas evoluam para falhas críticas.
  • Uso de tecnologias de monitoramento: sensores de vibração, termografia e ultrassom para mapear riscos invisíveis.
  • Planejamento preventivo e preditivo: intervenções programadas conforme o ciclo de vida dos componentes, reduzindo surpresas.
  • Integração com a rotina operacional: ações planejadas para não interferir no ritmo da produção.
  • Conformidade normativa: atuação em alinhamento com QSMS, normas técnicas e padrões de confiabilidade.
 
Essa abordagem não trata somente de “manter a máquina funcionando”, mas de preservar a eficiência do negócio.

 

Se 70% das falhas são previsíveis, sua operação pode esperar que elas aconteçam?
 
Ou é mais inteligente transformar a manutenção mecânica em uma frente estratégica que protege a operação antes do impacto?

Conclusão

O que não se vê também compromete.
 
Na gestão de ativos industriais e no setor de óleo e gás, os riscos ocultos são tão críticos quanto os visíveis, e ignorá-los custa caro.
 
É por isso que a manutenção mecânica precisa ser tratada como inteligência operacional, capaz de antecipar falhas, aumentar a confiabilidade e manter a produtividade em alta.
 
Na Vertical, acreditamos que cada intervenção deve ser planejada com rigor técnico, experiência de campo e visão estratégica. Não se trata somente de reparar máquinas, mas de garantir a continuidade da operação com segurança e eficiência.
 
E você, já avaliou se sua manutenção está atuando de forma reativa ou estratégica?
 
Vamos conversar sobre como estruturar sua próxima operação com foco em prevenção, confiabilidade e performance.

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Pull-In e Pull-Out: 5 cuidados essenciais para garantir segurança e eficiência operacional https://verticalgroup.com.br/pull-in-e-pull-out-5-cuidados-essenciais-para-garantir-seguranca-e-eficiencia-operacional/ https://verticalgroup.com.br/pull-in-e-pull-out-5-cuidados-essenciais-para-garantir-seguranca-e-eficiencia-operacional/#respond Wed, 15 Oct 2025 19:42:45 +0000 https://verticalgroup.com.br/?p=6542 Pull-In e Pull-Out: veja 5 cuidados críticos que impactam segurança, desempenho e eficiência nas operações submarinas.

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Você executaria uma operação submarina de alto risco sem um protocolo robusto e equipe treinada?
 
Quando falamos em Pull-In e Pull-Out, estamos lidando com processos que exigem precisão, força controlada e gestão minuciosa de riscos. Um erro mínimo pode gerar atrasos operacionais, danos a ativos críticos ou comprometer a segurança de pessoas.
 
Neste artigo, reunimos 5 cuidados essenciais para garantir que essas operações sejam executadas com segurança, eficiência e conformidade técnica. Se você atua na linha de frente ou decide sobre operações offshore, esta leitura é estratégica.

O que são operações de Pull-In e Pull-Out?

Em linhas técnicas, Pull-In é o processo de tracionar o riser, jumper ou umbilical para dentro da estrutura da plataforma, FPSO ou manifold. Já o Pull-Out refere-se à operação de retirada segura desse mesmo sistema. Ambas envolvem tensão controlada, sincronização entre equipamentos de içamento e monitoramento constante.
 
O sucesso dessas operações depende de múltiplos fatores e falhas, mesmo que pequenas, podem escalar rapidamente.
 
A seguir, detalhamos os cinco cuidados mais críticos para garantir a integridade do processo e a segurança operacional:
 

1. Planejamento técnico detalhado da operação

O primeiro erro é tratar uma operação de Pull-In como uma simples manobra de força. É uma ação multidisciplinar que exige engenharia prévia, análise de risco e estudo detalhado do ambiente e das interfaces envolvidas.
 
Um planejamento robusto deve contemplar:
  • Cálculo de cargas dinâmicas e estáticas;
  • Sequenciamento das etapas;
  • Identificação de pontos de ancoragem;
  • Avaliação de interferência com outros sistemas e estruturas;
  • Plano de contingência.
 
Operações sem engenharia dedicada ou baseadas em projetos genéricos estão mais vulneráveis a falhas, e isso compromete não só o ativo, mas toda a operação.
 

2. Utilização de equipamentos certificados e em perfeito estado

Cabos, guinchos, sheaves, tensionadores e estruturas auxiliares devem estar devidamente testados, calibrados e certificados. A integridade mecânica dos componentes é um pilar central para a segurança da operação. Além disso, é necessário verificar:
  • Vida útil dos cabos e cordas;
  • Cargas de ruptura e limite de trabalho (WLL);
  • Condições de ancoragem e fixação;
  • Documentação técnica de ensaios e inspeções.
 
A Vertical Group recomenda checklists operacionais rigorosos e inspeção visual prévia com critérios técnicos específicos, além de um plano de manutenção preventiva adaptado à realidade.
 

3. Capacitação contínua da equipe operacional

Mais do que força física, operações de Pull-In e Pull-Out exigem leitura de cenário, precisão na execução e decisões rápidas em ambientes sob pressão.
 
Por isso, é fundamental que todos os envolvidos, desde operadores até supervisores, tenham:
  • Treinamento específico para o tipo de operação;
  • Conhecimento técnico atualizado sobre equipamentos utilizados;
  • Clareza sobre as funções e responsabilidades de cada membro da equipe;
  • Domínio de protocolos de comunicação e segurança.
 
A expertise humana é o elo mais crítico da operação. Investir em capacitação não é custo: é blindagem contra incidentes.
 

4. Monitoramento em tempo real da operação

Sensores, câmeras, tensiômetros e sistemas de controle remoto permitem o acompanhamento em tempo real dos parâmetros críticos da operação.
 
Monitorar o tensionamento, alinhamento, deslocamento e possíveis interferências em tempo real permite:
  • Reações rápidas a desvios;
  • Tomada de decisão baseada em dados;
  • Registro técnico da operação para auditoria e rastreabilidade.
 
O uso de tecnologias de monitoramento deve ser integrado ao planejamento desde a fase inicial e tratado como parte essencial do processo e não como um recurso secundário.
 

5. Protocolos rigorosos de segurança e emergência

O ambiente offshore é imprevisível. Mudanças climáticas súbitas, falhas técnicas e eventos não previstos exigem respostas imediatas baseadas em protocolo, não em improviso.
 
Toda operação de Pull-In e Pull-Out deve contar com:
  • Plano de resposta a emergências (PRE);
  • Simulados prévios com a equipe envolvida;
  • Plano de evacuação e contenção;
  • Comunicação direta com a central de segurança da unidade.
 
A ausência de protocolos formalizados ou a negligência com treinamentos preventivos multiplica o risco e dificulta respostas coordenadas.

Conclusão

Operações de Pull-In e Pull-Out são críticas em qualquer projeto. Não há margem para erros, nem espaço para improviso.

Planejamento técnico, equipamentos confiáveis, equipe capacitada, monitoramento em tempo real e protocolos de segurança são os cinco pilares fundamentais para garantir a integridade da operação, a segurança das pessoas e a produtividade do projeto.

Na Vertical Group, unimos conhecimento técnico com experiência prática em campo para executar operações de alta complexidade com excelência operacional e foco em resultado.

Está planejando uma operação de Pull-In ou Pull-Out? Converse com nossos especialistas e descubra como podemos elevar o nível técnico e de segurança da sua operação.

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Limpeza de Tanques de FPSO: Manutenção essencial para eficiência da produção offshore https://verticalgroup.com.br/limpeza-de-tanques-de-fpso-manutencao-essencial-para-eficiencia-da-producao-offshore/ https://verticalgroup.com.br/limpeza-de-tanques-de-fpso-manutencao-essencial-para-eficiencia-da-producao-offshore/#respond Mon, 07 Jul 2025 13:00:43 +0000 https://verticalgroup.com.br/?p=6195 Limpeza de Tanques de FPSO é vital para evitar falhas críticas, proteger seus tanques e garantir a performance e a segurança em ambientes de alta exigência.

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A operação de um FPSO exige atenção contínua aos detalhes não visíveis, e um deles é o acúmulo silencioso de resíduos em seus tanques. Fuligem, borras oleosas, partículas metálicas e agentes corrosivos se acumulam com o tempo, comprometendo a integridade estrutural, reduzindo a eficiência do sistema e elevando o risco de falhas críticas.
 
Apesar de muitas vezes negligenciada, a limpeza técnica dos tanques é uma etapa fundamental para a continuidade segura da operação offshore. Ignorá-la pode resultar em perda de desempenho, impactos ambientais severos, paradas não programadas e incidentes com alto custo técnico e financeiro.

Por que a limpeza de tanques de FPSO é vital?

 
Essenciais para o processo de extração e armazenamento, os tanques de um FPSO acumulam
resíduos, borras oleosas e outros materiais potencialmente inflamáveis ou corrosivos. A
ausência de uma limpeza adequada compromete a performance da unidade, aumenta os riscos operacionais e pode gerar impactos ambientais severos.
 
A limpeza desses tanques é uma atividade altamente técnica e deve ser conduzida com rigor por empresas especializadas e certificadas. É aí que entra a Vertical Group, empresa referência em limpeza offshore, com expertise comprovada no atendimento às mais exigentes normas de segurança, meio ambiente e qualidade.
 

Infraestrutura técnica de alto nível

 
A Vertical Group conta com uma estrutura completa de equipamentos para realizar a limpeza de tanques FPSO com máxima eficiência e segurança. Entre os principais recursos utilizados estão:
  • Máquinas de hidrojato de alta pressão;
  • Bombas de sucção de grande capacidade;
  • Compressores industriais;
  • Guinchos pneumáticos;
  • Mangueiras de diversos diâmetros e finalidades;
  • Equipamentos específicos para entradas e resgates em espaços confinados.
 

Equipe capacitada e altamente treinada

 
A Vertical Group atua com uma equipe técnica composta por profissionais capacitados e
totalmente treinados, prontos para atender as condições extremas do ambiente offshore. Os
principais perfis operacionais incluem:
  • Resgatistas certificados;
  • Supervisores de operação offshore;
  • Alpinistas industriais e ajudantes de limpeza.
 

Automação, segurança e monitoramento em tempo real

 
A operação de limpeza dos tanques é conduzida de forma segura e automatizada, com o uso de sistemas à prova d’água que permitem o monitoramento contínuo de todas as etapas do
processo. Cada fase é acompanhada minuto a minuto, garantindo rastreabilidade total,
eficiência operacional e conformidade com as exigências das operadoras.

Conclusão

A limpeza de tanques de FPSO é um serviço estratégico para manter a integridade operacional
da planta, reduzir riscos e garantir a continuidade da produção offshore. Escolher uma empresa como a Vertical Group, com infraestrutura robusta, equipe especializada e tecnologia de ponta, é uma decisão que impacta diretamente na produtividade, segurança e imagem da operação perante os órgãos reguladores e o mercado.
 
Vertical Group — Excelência em Limpeza Offshore.

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Dutos rígidos e flexíveis: Quando é a hora de inspecionar? https://verticalgroup.com.br/dutos-rigidos-e-flexiveis-quando-e-a-hora-de-inspecionar/ https://verticalgroup.com.br/dutos-rigidos-e-flexiveis-quando-e-a-hora-de-inspecionar/#respond Mon, 24 Mar 2025 14:00:36 +0000 https://verticalgroup.com.br/?p=6063 Os dutos são componentes importantes para a indústria de petróleo e gás. Rígidos ou flexíveis, eles transportam fluidos essenciais para a cadeia produtiva, muitas vezes operando em condições extremas. Mas você sabe quando é o momento certo de inspecioná-los? A resposta pode ser a diferença entre uma operação segura e uma falha catastrófica.

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Os dutos são componentes importantes para a indústria de petróleo e gás. Rígidos ou flexíveis, eles transportam fluidos essenciais para a cadeia produtiva, muitas vezes operando em condições extremas. Mas você sabe quando é o momento certo de inspecioná-los? A resposta pode ser a diferença entre uma operação segura e uma falha catastrófica.
 
O perigo invisível: Desgaste e falhas ocultas
 
Desgaste interno, corrosão externa, acúmulo de detritos e fadiga mecânica são ameaças constantes. E o pior: muitas dessas falhas evoluem silenciosamente, sem sinais aparentes até que seja tarde demais. Vazamentos, rupturas e paradas inesperadas não são apenas problemas técnicos – eles representam riscos ambientais, financeiros e de segurança para toda a operação.
 
Inspeção Preventiva: O segredo para operar com confiança
 
A inspeção preventiva é um investimento estratégico. Monitorar regularmente a integridade dos dutos evita intervenções emergenciais, reduz custos de manutenção corretiva e aumenta a vida útil dos equipamentos. Mas como saber quando agir?
 
Os sinais de alerta são:
  • Mudanças na pressão ou vazão do fluido transportado;
  • Registros de operação indicando superaquecimento ou vibrações incomuns;
  • Presença de vazamentos, mesmo que pequenos;
  • Exposição dos dutos a ambientes altamente corrosivos;
  • Tempo de operação prolongado sem inspeção recente.
 
Tecnologia e precisão a favor da segurança
 
Hoje, a inspeção vai muito além de simples avaliação visual. Tecnologias como boroscopia industrial e inspeção por drones permitem uma análise detalhada, tornando o processo mais ágil e eficiente.
 
Na Vertical Group, combinamos experiência e inovação para garantir a integridade dos dutos rígidos e flexíveis, evitando falhas estruturais e garantindo a segurança operacional. Nossa equipe especializada utiliza as mais avançadas técnicas de inspeção para que sua empresa opere com confiança e dentro dos mais altos padrões de qualidade.
 
Não espere que um pequeno sinal se transforme em um grande problema. Fale conosco e descubra como podemos ajudar a manter seus dutos seguros e operando no máximo desempenho.

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Operações Offshore de Rigging & Lifting: Dicas essenciais para planejar e executar com segurança https://verticalgroup.com.br/operacoes-offshore-de-rigging-lifting-dicas-essenciais-para-planejar-e-executar-com-seguranca/ https://verticalgroup.com.br/operacoes-offshore-de-rigging-lifting-dicas-essenciais-para-planejar-e-executar-com-seguranca/#respond Thu, 20 Feb 2025 15:35:46 +0000 https://verticalgroup.com.br/?p=6004 As operações de rigging e lifting offshore são fundamentais para a indústria de petróleo e gás, pois envolvem o içamento e movimentação de cargas pesadas e volumosas em plataformas e navios. No entanto, essas atividades exigem planejamento meticuloso e execução precisa para garantir não só a eficiência, mas principalmente a segurança de todos os envolvidos.

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As operações de rigging e lifting offshore são fundamentais para a indústria de petróleo e gás, pois envolvem o içamento e movimentação de cargas pesadas e volumosas em plataformas e navios. No entanto, essas atividades exigem planejamento meticuloso e execução precisa para garantir não só a eficiência, mas principalmente a segurança de todos os envolvidos.
 
Portanto, hoje vamos explorar as melhores práticas e dicas essenciais para garantir que as operações de rigging e lifting sejam realizadas com segurança e eficácia.
 
O que são Rigging e Lifting Offshore?
 
O Rigging é o processo que envolve a preparação, fixação e amarração das cargas para içamento, garantindo que sejam movimentadas com segurança e eficiência. Ele abrange a escolha de equipamentos adequados, a análise de carga e a execução de técnicas apropriadas para evitar falhas durante a operação. O rigger é o profissional responsável por planejar, coordenar e supervisionar essas operações, garantindo que cada etapa seja realizada corretamente. A equipe de rigging inclui coordenadores, supervisores e colaboradores, todos trabalhando de forma integrada para garantir que as operações ocorram sem imprevistos.
 
Já o Lifting refere-se ao ato de içamento propriamente dito, ou seja, o levantamento da carga utilizando guindastes, talhas e outros dispositivos de elevação. Um bom plano de rigging define as especificações para o lifting, incluindo os materiais, equipamentos e técnicas a serem utilizados.
 
A importância de um Plano de Rigging
 
Um dos elementos mais críticos para o sucesso de operações de rigging e lifting offshore é o Plano de Rigging. Esse plano é um conjunto de documentos que especifica todos os aspectos da operação, desde as técnicas a serem usadas até os materiais e equipamentos necessários.
 
Um bom Plano de Rigging deve incluir:
 
  • Classificação do içamento: Determinar se a operação é crítica ou não.
  • Cálculo de cargas: Definir centro de gravidade, distribuição e peso da carga.
  • Materiais e equipamentos: Seleção de dispositivos de elevação e amarração.
  • Execução das operações: Detalhamento de cada etapa do processo de lifting, com foco na segurança.
  • Avaliação das condições ambientais: Considerar vento, ondas e movimentação da embarcação.
  • Plano de emergência: Definir medidas de contingência para situações inesperadas.
 
Além disso, é fundamental que o Plano de Rigging envolva terceiros independentes para revisão, garantindo que todas as medidas de segurança sejam observadas.
 
Normas de Segurança: NR-11, NR-34 e NR-37
 
A segurança nas operações de rigging e lifting offshore é regulamentada por diversas normas. As principais são:
 
  • NR-11: Estabelece diretrizes gerais para movimentação e manuseio de cargas.
  • NR-34: Regula trabalhos em altura e movimentação de cargas em ambientes offshore.
  • NR-37: Define os requisitos de segurança para plataformas de petróleo.
 
Seguir essas normas é essencial para reduzir riscos e garantir conformidade legal.
 
Desafios técnicos e ambientais
 
As operações offshore apresentam desafios únicos devido a fatores como ondas, ventos fortes, movimentação da embarcação (swell e pitch & roll) e corrosão dos equipamentos causada pela exposição ao ambiente salino. Essas condições exigem inspeções rigorosas, equipamentos resistentes à corrosão e planejamento detalhado para evitar incidentes.
 
Treinamento e segurança: Prioridade máxima
 
A segurança deve ser a prioridade em qualquer operação de rigging e lifting. O treinamento da equipe envolvida é crucial para prevenir acidentes. Os profissionais devem possuir certificações como:
 
  • IRATA (International Rope Access Trade Association) para movimentação em altura.
  • OPITO Banksman & Slinger para movimentação de cargas em plataformas.
  • Certificação conforme NR-34 e NR-37 para operações offshore seguras.
 
Principais riscos e como reduzi-los
Risco
Medida Preventiva
Equipamento inadequado
Inspeção regular e substituição de itens desgastados.
Sobrecarga
Garantir que a carga esteja dentro do limite seguro dos equipamentos.
Lesões ao operador
Treinamento adequado e uso correto dos dispositivos de elevação.
Quedas de altura
Uso de EPIs obrigatórios e sistemas de retenção contra quedas.
As operações de Rigging e Lifting offshore são complexas e exigem planejamento detalhado, cumprimento rigoroso das normas de segurança e uma equipe altamente capacitada. O investimento em tecnologia, como sensores de carga e sistemas de monitoramento remoto, pode aumentar a eficiência e reduzir os riscos operacionais. Além disso, a cultura de segurança deve ser um compromisso contínuo, garantindo a integridade dos trabalhadores e a excelência na movimentação de cargas no setor offshore.

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Trabalho em espaços confinados: Conheça os desafios, riscos e as melhores práticas de segurança https://verticalgroup.com.br/trabalho-em-espacos-confinados-conheca-os-desafios-riscos-e-as-melhores-praticas-de-seguranca/ https://verticalgroup.com.br/trabalho-em-espacos-confinados-conheca-os-desafios-riscos-e-as-melhores-praticas-de-seguranca/#respond Thu, 06 Feb 2025 14:55:19 +0000 https://verticalgroup.com.br/?p=5990 Os trabalhos em espaços confinados fazem parte do dia a dia de diversas indústrias, como construção civil, petróleo e gás, manutenção industrial, entre outras. Esses ambientes, caracterizados por entradas limitadas, ventilação inadequada e a ausência de condições para ocupação contínua, apresentam riscos significativos à segurança dos trabalhadores. Por isso, é essencial compreender os desafios e adotar práticas rigorosas de proteção.

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Os trabalhos em espaços confinados fazem parte do dia a dia de diversas indústrias, como construção civil, petróleo e gás, manutenção industrial, entre outras. Esses ambientes, caracterizados por entradas limitadas, ventilação inadequada e a ausência de condições para ocupação contínua, apresentam riscos significativos à segurança dos trabalhadores. Por isso, é essencial compreender os desafios e adotar práticas rigorosas de proteção.
 
Os desafios dos espaços confinados
 
Tanques, silos, tubulações e galerias de esgoto são exemplos de espaços confinados onde as condições adversas, como a presença de gases tóxicos ou inflamáveis e a falta de oxigênio, representam um grande desafio. Além disso, o acesso restrito dificulta operações de entrada, saída e resgate, tornando imprescindível o planejamento minucioso e o uso de tecnologias específicas.
 
Os riscos associados incluem:
• Acúmulo de gases tóxicos ou inflamáveis;
• Deficiência de oxigênio;
• Possibilidade de explosões;
• Quedas e aprisionamento.
 
Esses perigos reforçam a necessidade de procedimentos bem definidos, treinamentos adequados e uso de equipamentos de proteção individual (EPIs) e coletiva.
 
Para garantir a integridade dos trabalhadores em espaços confinados, algumas práticas são essenciais:
 
Treinamento e Capacitação: A formação específica, como a exigida pela NR-33, permite que os trabalhadores reconheçam, avaliem e controlem os riscos presentes nesses ambientes.
 
Planejamento de Entrada e Saída: Antes de iniciar qualquer operação, é necessário um plano detalhado com autorização de entrada, procedimentos de resgate e medidas de emergência bem definidas.
 
Monitoramento Atmosférico: O uso de sistemas para medir níveis de oxigênio, gases tóxicos ou inflamáveis é crucial para evitar acidentes.
 
EPIs e Equipamentos de Resgate: Respiradores, cintos de segurança, capacetes e sistemas de resgate adequados devem estar disponíveis e em pleno funcionamento.
 
Tecnologia e Inovação: A utilização de drones e outros dispositivos remotos para inspeções em espaços confinados, como o Scout 137, é uma alternativa moderna que reduz a exposição de trabalhadores a riscos diretos.
 
Embora os trabalhos em espaços confinados sejam essenciais para a operação de muitas indústrias, a segurança deve estar sempre em primeiro lugar. Na Vertical Group, estamos comprometidos em oferecer soluções inovadoras e treinamentos especializados que garantam operações seguras e em conformidade com as normas mais rigorosas.
 
Quer saber mais sobre nossas tecnologias e serviços para espaços confinados? Entre em contato conosco e descubra como podemos ajudar sua empresa a proteger o que há de mais importante: seus trabalhadores.
 
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Por que optar por drones para inspeções? https://verticalgroup.com.br/por-que-optar-por-drones-para-inspecoes/ https://verticalgroup.com.br/por-que-optar-por-drones-para-inspecoes/#respond Thu, 23 Jan 2025 12:30:54 +0000 https://verticalgroup.com.br/?p=5971 No setor industrial, especialmente em operações de óleo, gás e energia, a inspeção de áreas críticas sempre representou um grande desafio. A segurança das equipes e a necessidade de minimizar interrupções nas operações são fatores que exigem soluções cada vez mais inovadoras. Nesse cenário, os drones têm revolucionado a forma de realizar inspeções, oferecendo não só eficiência e precisão, mas, acima de tudo, segurança.

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No setor industrial, especialmente em operações de óleo, gás e energia, a inspeção de áreas críticas sempre representou um grande desafio. A segurança das equipes e a necessidade de minimizar interrupções nas operações são fatores que exigem soluções cada vez mais inovadoras. Nesse cenário, os drones têm revolucionado a forma de realizar inspeções, oferecendo não só eficiência e precisão, mas, acima de tudo, segurança.
As vantagens do uso de drones em inspeções industriais são amplas e transformadoras. Vamos explorar como essa tecnologia pode trazer grandes benefícios, especialmente em setores onde segurança, eficiência e precisão são essenciais.
 

Segurança em primeiro lugar:

A segurança das equipes é uma prioridade em qualquer operação industrial, especialmente em áreas de difícil acesso ou alto risco. Com o uso de drones, a exposição humana a locais perigosos, como áreas com atmosferas tóxicas, grandes alturas ou estruturas instáveis, pode ser evitada. Assim, as equipes permanecem seguras, enquanto os drones realizam o trabalho de forma eficiente e sem riscos.
 
Imagens de alta definição e análises avançadas:
Equipados com câmeras híbridas de última geração, os drones capturam imagens de altíssima qualidade, combinando fotografias vibrantes e dados termográficos radiométricos. Essa tecnologia permite análises detalhadas e a identificação de problemas antes que se tornem críticos, como falhas estruturais ou variações térmicas que possam indicar falhas ocultas.
Planejamento preventivo inteligente
A coleta precisa de dados por meio de drones permite um monitoramento contínuo de equipamentos e estruturas. Isso facilita a detecção de falhas potenciais antes que se agravem, permitindo um planejamento de manutenção preventivo mais eficiente. O resultado? Cronogramas de manutenção otimizados e a redução de custos com reparos emergenciais.
Operações contínuas e menos paradas
A rapidez e precisão das inspeções feitas por drones reduzem significativamente o tempo necessário para verificar equipamentos ou áreas específicas. Isso significa menos interrupções nas operações, evitando paradas não planejadas e maximizando a produtividade da sua equipe.
Os drones têm uma versatilidade impressionante e podem ser utilizados em diferentes cenários industriais, incluindo:

Inspeções offshore: Avaliação de plataformas, embarcações e estruturas em alto-mar.

Análise de infraestruturas: Inspeção de tanques, torres, dutos e outras estruturas críticas.

Monitoramento de corrosão e desgaste: Identificação de problemas em superfícies metálicas e outros materiais.

Espaços confinados e atmosferas hostis: Inspeções seguras em locais sem GPS ou com pouca iluminação.

Na Vertical Group, nossos drones oferecem soluções inovadoras para desafios específicos no setor offshore e industrial. Equipados com câmeras híbridas poderosas e sensores de última geração, como a câmera termográfica radiométrica e o sensor telemétrico que mede distâncias de até 1200 metros, nossos drones proporcionam imagens vibrantes e precisas para diversas aplicações de inspeção.
Além disso, a câmera de escaneamento a laser gera nuvens de pontos de alta qualidade, permitindo uma visão geral rápida de áreas de difícil acesso, planejamento de manutenção preventiva, e o acesso seguro a áreas de risco. Com a nossa tecnologia, a implantação de drones é rápida, com resultados imediatos e redução de tempo de inatividade.
Nossos drones MATRICE 350 RTK e SCOUT 137 são projetados para operar em ambientes hostis e difíceis. O MATRICE 350 RTK, por exemplo, possui capacidades incríveis, como medição de espessura, LIDAR 3D integrado e dados de inspeção georreferenciados, com transmissão ao vivo de vídeo Full HD. Já o SCOUT 137 é ideal para operações em atmosferas tóxicas e locais sem GPS, garantindo a segurança das equipes em qualquer cenário.
O uso de drones não é apenas uma inovação tecnológica, mas uma mudança estratégica para aumentar a produtividade e reduzir custos operacionais. Com drones, sua empresa pode realizar inspeções mais seguras, rápidas e eficientes, sem comprometer a qualidade dos dados ou a segurança das equipes.
E você, já pensou em como a aplicação de drones pode transformar suas operações e garantir mais segurança e eficiência?

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Práticas ESG: Por onde começar? https://verticalgroup.com.br/praticas-esg-por-onde-comecar/ Thu, 09 Jan 2025 18:00:00 +0000 https://verticalgroup.com.br/?p=5912 Na Vertical Group, entendemos a agenda ESG (Ambiental, Social e Governança) como mais do que um conjunto de práticas para atender às expectativas externas. Para nós, trata-se de um caminho para fortalecer a gestão, otimizar processos e gerar impacto positivo — tanto dentro da empresa quanto na sociedade e no meio ambiente. Implementar ESG não é sobre reputação; é sobre evolução.

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Na Vertical Group, entendemos a agenda ESG (Ambiental, Social e Governança) como mais do que um conjunto de práticas para atender às expectativas externas. Para nós, trata-se de um caminho para fortalecer a gestão, otimizar processos e gerar impacto positivo — tanto dentro da empresa quanto na sociedade e no meio ambiente. Implementar ESG não é sobre reputação; é sobre evolução.

Mas, como começar essa jornada? Aqui estão algumas práticas iniciais que podem ser aplicadas em qualquer negócio, independentemente do seu porte ou setor.

1. Cuide do meio ambiente enquanto reduz custos

Práticas ambientais são mais do que compromissos sustentáveis — elas podem ser formas práticas de melhorar a eficiência e reduzir desperdícios. Ao incorporar ações simples, sua empresa pode tanto contribuir para a preservação ambiental quanto gerar economia.

Redução de resíduos

Otimize processos para gerar menos desperdício. Além disso, implemente programas simples de reciclagem dentro da empresa.

Eficiência energética

Adoção de lâmpadas LED ou manutenção regular de equipamentos são pequenas ações que, ao longo do tempo, podem resultar em economias significativas.

Gestão de recursos hídricos

Incentivar o uso consciente de água e, quando possível, avaliar alternativas como captação de água da chuva.

Essas mudanças não impactam apenas o meio ambiente, mas também aumentam a eficiência operacional da sua empresa, gerando benefícios financeiros.

2. Foco nas pessoas: Um time motivado transforma resultados

Práticas sociais no ESG têm o foco em criar um ambiente saudável e inclusivo, o que, por sua vez, reflete no desempenho do negócio. Aqui estão algumas ações que podem ser implementadas:

Inclusão e diversidade

Processos de contratação que ampliem oportunidades tornam sua empresa mais forte e resiliente. Um time diverso traz diferentes perspectivas e soluções criativas.

Saúde mental no centro

A presença de uma psicóloga na nossa base tem gerado melhorias diretas no bem-estar e produtividade dos colaboradores. Priorizar a saúde mental é essencial para manter o time motivado e engajado.

Treinamento contínuo

Capacitar a equipe, enquanto reforça os valores de respeito e igualdade, não só melhora o desempenho, mas também fortalece a cultura organizacional.

Ambientes de trabalho saudáveis atraem talentos, mantêm as equipes engajadas e contribuem para um desempenho geral superior.

3. Governança ética

Uma governança eficiente é a base para garantir que sua empresa possa crescer de forma sustentável, minimizando riscos e maximizando os resultados. Aqui estão algumas práticas importantes:

Defina um código de ética

Este código deve guiar decisões, garantindo consistência e alinhamento com os valores da empresa.

Gestão de riscos

Identifique áreas críticas e implemente práticas para evitar impactos negativos.

Transparência

Seja claro e honesto sobre resultados e ações, com colaboradores, clientes e parceiros.

Uma governança bem estruturada é fundamental para garantir o sucesso e a longevidade de qualquer negócio.

4. Conexão com a comunidade

O impacto social positivo pode ser incorporado à rotina da empresa de maneira simples, mas significativa:

Projetos locais

Envolva-se com iniciativas que reforçam educação, saúde ou preservação ambiental.

Voluntariado

Incentive seus colaboradores a participarem de ações comunitárias que sejam importantes para eles.

Parcerias estratégicas

Colabore com organizações que ampliem o impacto social da sua empresa.

Quando uma empresa se conecta com a comunidade, ela fortalece suas raízes e contribui diretamente para o progresso local, criando uma rede de apoio mútua.

5. Evolução contínua

As práticas ESG devem ser continuamente monitoradas e ajustadas para garantir que sejam cada vez mais efetivas. Algumas práticas para garantir evolução:

Crie indicadores claros

Avalie o impacto ambiental, social e de governança com dados consistentes e transparentes.

Escute o time

Canais de comunicação abertos garantem que boas ideias venham de dentro da empresa.

Reveja processos regularmente

Auditorias internas são essenciais para identificar oportunidades de melhorias e garantir a evolução contínua.

Práticas ESG não são apenas uma questão de imagem, mas sim ferramentas reais que podem tornar sua empresa mais sólida, eficiente e preparada para os desafios futuros.

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Práticas ESG não são apenas uma questão de imagem, mas sim ferramentas reais que podem tornar sua empresa mais sólida, eficiente e preparada para os desafios futuros.

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Divisão de Guindastes https://verticalgroup.com.br/divisao-de-guindastes/ https://verticalgroup.com.br/divisao-de-guindastes/#respond Tue, 17 Sep 2024 21:09:10 +0000 https://verticalgroup.com.br/?p=5486 A Vertical Group oferece serviços de inspeção e manutenção em guindastes tanto on shore, quanto Offshore, em FPSO’s , FSO’s, plataformas de perfuração e produção, navios de lançamento de linhas, ROV, etc. Nossa Divisão de Serviços de Guindastes dedicada fornece serviços com a melhor relação custo-benefício para nossos clientes em uma ampla gama de diferentes […]

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A Vertical Group oferece serviços de inspeção e manutenção em guindastes tanto on shore, quanto Offshore, em FPSO’s , FSO’s, plataformas de perfuração e produção, navios de lançamento de linhas, ROV, etc.

Nossa Divisão de Serviços de Guindastes dedicada fornece serviços com a melhor relação custo-benefício para nossos clientes em uma ampla gama de diferentes modelos e fabricantes de guindastes. Nosso processo transparente e rastreável oferece alto nível de segurança, qualidade e satisfação ao cliente.

Nossos engenheiros de serviço de guindastes multidisciplinares e técnicos mecânicos são profissionais experientes e treinados em fábrica com vasta experiência teórica e de campo. Os engenheiros e técnicos mecânicos da Vertical Group ganharam o respeito e a confiança de muitos superintendentes de navios e gerentes de instalações offshore.

A Vertical Group oferece uma gama completa de serviços em guindastes offshore, fornecendo gerenciamento de projetos completo, dos mais simples aos mais complexos. Isso inclui:

– Testes não destrutivos de todas as juntas soldadas e partes estruturais;

– Reforma dos guinchos principal, auxiliar e de lança;

– Substituição e reparo dos cilindros de içamento e articulados da lança;

– Substituição de roldanas e rolamentos da seção de ponta da lança e do cavalete-A-frame;

– Torqueamento e ou tensionamento dos parafusos / estojos de união das seções de lança e do rolamentos de giro;

– Calibração do Indicador de Carga Segura (SLI), substituição de mangueiras hidráulicas, limpeza de tanques e substituição de óleo e filtros, internos e externos, flushing,
– Substituição do motor diesel e transmissão;
– Teste de carga para diferentes capacidades usando bolsas d’ água e célula de carga calibrada.

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